Ainda há 128 horários completos por preencher nas escolas

Ministério da Educação revelou hoje balanço da primeira semana de contratações das escolas. Desde a segunda-feira passada já foram ocupados 1086 horários completos e 901 incompletos.

O balanço divulgado esta noite - a informação foi enviada às redações às 20.40 - pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) indica que ainda estão por preencher 128 horários completos e 160 incompletos. Este balanço tinha sido prometido pelo secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova de Almeida

Depois dos problemas na colocação de professores nas escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e com autonomia, a tutela passou a gestão da Bolsa de Contratação de Escola para as direções das mesmas na passada segunda-feira. Desde então foram preenchidos 1086 horários completos e 901 incompletos.

Neste momento, as escolas têm em fase de aceitação por parte dos candidatos 96 horários completos e 89 incompletos. Por preencher ainda estão 288 horários (entre completos e incompletos). Os horários incompletos "variam entre o horário mínimo de uma turma e as 21 horas" semanais, refere a nota do MEC.

O ministério lembra que "a colocação de professores nas escolas é um processo dinâmico, que ocorre durante todo o ano letivo". Isto significa que além das necessidades anuais, as escolas que podem usar a Bolsa vão recorrer a ela para contratar professores em caso de baixas médicas ou licenças que ocorram durante o ano.

Desde o início do processo que era suposto serem os diretores das escolas a selecionar os candidatos através da lista ordenada fornecida pela Direção Geral da Administração Escolar (DGAE). No entanto, acabou por ser o MEC a colocar a primeira leva destes professores e dias depois descobriu-se que a fórmula que os ordenou estava errada. As colocações foram adiadas, o que deixou milhares de alunos sem aulas durante um mês e meio.

Segundo os dados apresentados esta noite, o MEC garante que "a grande maioria das necessidades manifestadas pelas escolas TEIP e com contrato de autonomia encontram-se preenchidas". Faltando "satisfazer apenas um número residual de horários". Um resultado só "possível de alcançar" graças ao trabalho dos diretores das escolas, sublinha o ministério.

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