Acusação de plágio dita a mais improvável demissão na equipa de Nuno Crato

Numa altura em que já era público o mal estar entre Nuno Crato e o secretário de Estado João Casanova de Almeida, devido à polémica da contratação de professores, acaba por sair o mais improvável elemento da equipa do Ministério da Educação. João Grancho, secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, pediu ontem a demissão invocando "motivos pessoais". Ou seja: a acusação de ter plagiado vários académicos, numa apresentação sobre a "dimensão moral" dos professores, que fez em 2007.

Apesar de este não ser um motivo inédito para demissões - na Alemanha já custou o cargo a uma ministra da Ciência, Annette Schavan, e a um Ministro da Defesa, Karl-Theodor zu Guttenberg -, a saída gerou surpresa a quem comenta a área da Educação. Também a antiga professora da universidade de João Grancho admitiu ao DN o "espanto total" com a acusação de plágio a um ex-aluno que sempre considerou "seriíssimo".

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