"A redução fiscal deve ser prioridade"

Para o ministro das Finanças só é possível pensar em diminuir a carga fiscal quando existir um excedente nas contas públicas. "É uma péssima notícia para o país", reage o CDS

Na entrevista desta terça-feira à TSF, o ministro das Finanças, Mário Centeno, não se compromete com uma redução da carga fiscal enquanto não se atingir "a estabilização fiscal em Portugal". Ou seja, enquanto o país não tiver superavit. "É uma péssima notícia para o país", reage assim o CDS pela voz de João Almeida.

"As pessoas pagam mais impostos do que antes da crise, ficam com menos dinheiro do que antes da crise", considera em declarações no Fórum TSF.

O deputado manifestou também a posição do partido face à possibilidade deixada em aberto por Mário Centeno de haver aumentos salariais para a função pública em 2019. O CDS considera que "a melhoria das condições de vida deve ser feita de forma generalizada" através dos impostos. "A redução fiscal deve ser prioridade, permite melhorar a vida dos trabalhadores, os do público e os do privado", defende João Almeida.

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