A maior fuga de sempre envolveu 124 presos e um túnel de 35 metros

A última evasão prisional, de dois presos de Leiria, parece uma brincadeira quando comparada com a maior fuga coletiva, de 124 presos, em 1978, ou a dos Cavacos de Pinheiro da Cruz, em 1986.

O que tem escavar um buraco na parede? Pega-se numa pá e escava-se, qualquer um pode fazê-lo. O cenário complica-se se nos virmos confinados a uma cela minúscula, sem saber a distância que há para a liberdade para lá das paredes e sem acesso fácil a uma simples pá. Dois jovens reclusos da prisão escola de Leiria ressuscitaram há uma semana o clássico método do buraco escavado na parede da cela. Conseguiram sair da prisão, mas falharam o objetivo final, pois foram recapturados.

Mas esta última fuga, protagonizada por rapazes imitadores dos velhos escapistas, envolveu pouco engenho, quando comparada com aquela que continua a ser a maior fuga coletiva de sempre, em Portugal, quando 124 reclusos da cadeia de Vale de Judeus, em Alcoentre, no dia 17 de julho de 1978, escaparam à prisão através de um túnel de 35 metros e de 80 centímetros de diâmetro.

Leia mais pormenores na edição impressa ou no e-paper do DN

Exclusivos