A grevista que foi às Finanças e bateu com o nariz na porta por causa... da greve

Adesão à greve da Função Pública rondou, segundo os sindicatos, os 80%. O DN esteve num centro de saúde, num hospital, numa escola e numa repartição das finanças.

"Não sabia que havia greve, se não tinha vindo noutro dia". Esta foi a frase mais repetida ontem por quem não conseguiu ver resolvido o seu problema, dando um novo significado ao azar associado às sextas-feiras 13. Mas também houve quem aproveitasse o facto de estar a fazer greve no seu local de trabalho para ir às Finanças. Um único senão: "Não consegui ser atendida porque o balcão do assunto que vinha tratar está fechado devido à greve dos funcionários", contou à saída das Finanças na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa, uma grevista que acabou afetada pela paralisação.

Entre escolas, tribunais, centros de saúde, hospitais ou serviços como Finanças e Segurança Social, a Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública estimou uma adesão que rondou os 80% a nível nacional. Apesar de ter havido quem não foi atendido, teve de remarcar uma consulta ou ficou em casa porque não houve escola, o ambiente nos serviços visitados pelo DN era de calma e fraca afluência.

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