"Uma esquerda cobardolas perde a capacidade"

O ex-dirigente do Bloco de Esquerda critica o comportamento dos partidos de esquerda e considera que "uma esquerda cobardolas" não serve e "perde a capacidade" para lutar pela alteração da situação nacional. Sugere um entendimento entre o Bloco, o PCP e os descontentes do PS, tendo em vista criar uma coligação a tempo de participar nas próximas eleições legislativas.

Francisco Louçã também não poupa acusações às organizações de esquerda emergentes, como é o caso do Movimento 3D e ao Partido Livre. Neste caso, vai mais longe e considera que deve um pedido de desculpas aos eleitores do Bloco de Esquerda porque aceitou "a inclusão do Rui Tavares, na altura jovem anarquista e europeísta, independente, nas listas do Bloco. Não podia antecipar que meses depois ele começava a negociar a passagem para um outro partido e que preferia a sua carreira pessoal ao compromisso que tinha com os eleitores".

Quanto à hipótese de ser candidato presidencial, Loução só diz: "Não excluo nada." Acrescenta que apresentar candidaturas dois anos antes é extemporâneo, acreditando que Passos Coelho terá que apoiar Marcelo rebelo de Sousa.

Quanto à governação do PSD e do CDS, refere que "qualquer circo tem mais dignidade que este Governo".

Leia a entrevista completa na edição em papel e e-paper do DN.

Exclusivos

Premium

Livro

Antes delas... ninguém: mulheres que desafiaram o domínio masculino

As Primeiras - Pioneiras Portuguesas num Mundo de Homens é o livro com as biografias de 59 mulheres que se atreveram a entrar nas profissões só de homens. O DN desvenda-lhe aqui oito dessas histórias, da barrista Rosa Ramalho à calceteira Lurdes Baptista ou às 'Seis Marias' enfermeiras-paraqueditas, entre outras