"Temos de ser muito mais exigentes" a aplicar fundos

O primeiro-ministro afirmou esta sexta-feira que os responsáveis portugueses terão de "ser muito mais exigentes", na aplicação dos novos fundos comunitários, para obter "resultados estruturais de médio e de longo prazo".

Pedro Passos Coelho intervinha na sessão de encerramento da conferência "Portugal: rumo ao crescimento e emprego. Fundos e Programas Europeus: solidariedade ao serviço da economia portuguesa", realizada na Fundação Calouste Gulbenkian.

Isso exigiu "olhar para os últimos 25 anos de aplicação dos fundos" europeus recebidos por Portugal, para "fazer um balanço rigoroso do que se passou" e para "evitar os erros que foram cometidos no passado", referiu o chefe do Governo.

Daí resultou uma conclusão, adiantou Passos Coelho: "Se soubemos ser exemplares na observância das regras e na capacidade de absorção dos fundos, também é verdade que remos de ser muito mais exigentes, e elevar a nossa fasquia, quanto aos resultados estruturais de médio e de longo prazo".

"Por este critério fundamental, os resultados que apresentámos nos últimos 25 anos foram decepcionantes", assinalou ainda o primeiro-ministro.

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