Sampaio da Nóvoa: o que faz o ex-reitor que quer ser Presidente

Potencial candidato a Belém, o académico participa amanhã num debate sobre "Como garantir a separação de poderes?"

O dia-a-dia de António Sampaio da Nóvoa como reitor honorário da Universidade de Lisboa, desde há um ano, pouco mudou: continua absorvido pela vida académica, agora centrada na análise e discussão das políticas públicas.

O gabinete que ocupa no Palácio Burnay, em Lisboa, é onde Sampaio da Nóvoa está regularmente desde que, há uns meses, regressou do Brasil, seja a preparar reuniões e seminários ligados àquela temática ou a receber alunos de doutoramento, muitos deles estrangeiros.

O académico, apontado como potencial candidato às presidenciais de janeiro de 2016, "tem uma vida bastante linear" como diretor da iniciativa Políticas Públicas ULisboa, assegurou ao DN uma das pessoas que acompanham Sampaio da Nóvoa naquela universidade desde os tempos de reitor em exercício de funções.

Quem estranha ouvir dizer que Sampaio da Nóvoa "está sempre a trabalhar" recebe uma informação adicional: responde depressa aos muitos e-mails que recebe, apesar de ter "um telemóvel rudimentar" e não um daqueles smartphones inteligentes que mantêm os utilizadores informados em tempo real. "Causa estranheza a sua rapidez de resposta", o que pressupõe estar ligado quase em permanência ao computador, admitiu uma das fontes.

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