Salgado regressa e sabe que as respostas terão de mudar

Ex-presidente do BES volta hoje à comissão parlamentar de inquérito e os deputados admitem que a audição será muito longa. Banco de Portugal já está a ouvir os ex-responsáveis do banco.

Cem dias volvidos e após terem "desfilado" outras 41 personalidades pela sala seis do Parlamento, Ricardo Salgado regressa hoje à comissão de inquérito à gestão do Banco Espírito Santo (BES) e do Grupo Espírito Santo (GES) com uma infindável lista de perguntas por responder. Se a 9 de dezembro do ano passado o ex-presidente executivo do BES esteve na Assembleia da República durante quase dez horas, hoje é expectável que a audição do antigo "Dono disto tudo" dure, e dure, e dure.

Ontem, contactados pelo DN, os deputados da CPI não abriram demasiado o jogo sobre os ângulos do "ataque" às verdades que ainda estarão por contar, mas alinharam pela mesma teoria: com dezenas de auscultações sobre a derrocada do banco e do grupo já feitas, estão em condições de detetar incongruências nas respostas e de contrapor com aquilo que as restantes personalidades disseram.

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