Responsabilidades do PS recordadas por partidos

No final da reunião magna socialista, representantes dos partidos deixaram recordaram assinatura do memorando da 'troika'. Assis diz ser "prematuro" falar com quem coligar-se

Em declarações aos jornalistas, no final do XIX Congresso do PS, em Santa Maria da Feira, Nuno Melo, do CDS, recordou a assinatura do memorando da troika por um governo socialista, há dois anos, para sublinhar que "o PS tem em si mesmo grandes responsabilidades". O vice-presidente centrista recusou-se a comentar cenários de coligações eleitorais.

José Pureza, dirigente do BE, sublinharia essa responsabilidade, a do "memorando da 'troika' na origem", mas com outro sentido. "Alianças com todos são alianças com ninguém", disse, referindo-se a coligações eventuais com os socialistas. "Não se está ao mesmo tempo com a 'troika' e com adversários da 'troika'", insistiu o antigo líder parlamentar bloquista.

Sobre as propostas apresentadas por António José Seguro, no discurso de encerramento do XIX Congresso do PS, o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, sublinhou que o que ouviu foram "propostas avulsas".

O socialista Francisco Assis, que disputou a liderança a Seguro, em 2011, no final também dizia ser "prematuro com quem deve" o PS fazer alianças. "Seria precipitado", repetiu, perante a insistência dos jornalistas, sublinhando a importância da "apresentação da alternativa".

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