"Relações cruzadas" entre PT e GES deixam Bava sob fogo

Antigo presidente executivo da Oi é hoje ouvido na comissão parlamentar de inquérito ao BES. 900 milhões que a PT enterrou na Rioforte vão dominar a audição.

Perceber as relações do Banco Espírito Santo (BES) e do Grupo Espírito Santo (GES) com a Portugal Telecom (PT). É isto, essencialmente, que todos os deputados da comissão de inquérito à gestão do banco e do grupo vão querer apurar quando Zeinal Bava se sentar hoje na sala seis do Parlamento.

Da esquerda à direita, é comum a ideia de que há muito por explicar nas "relações cruzadas" e nos fluxos financeiros que circularam entre aqueles dois universos, em particular os 897 milhões de euros que a PT aplicou na Rioforte, holding não financeira do GES que viria a ser declarada insolvente, em abril do ano passado - sem que tivesse havido reembolso.

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