PSD sobe resultado das legislativas

Se as eleições fossem hoje o PSD ficaria muito próximo da maioria absoluta que Passos Coelho pediu na campanha e, com as intenções de voto acima do que teve nas legislativas de Junho, ficava livre para formar um Governo sem o apoio do CDS.

De acordo com uma sondagem da Universidade Católica para a Antena 1, RTP, DN e JN, a primeira desde que as legislativas, os sociais democratas têm 43% das intenções de voto. Nas eleições de Junho ficaram-se pelos 38,66%. Os centristas caiem quase seis porcento. Nas legislativas tiveram quase 12% dos votos.

O PS, com António José Seguro ao leme, acompanha a subida de cinco pontos, dos 28% para os 33%.

O crescimento dos dois maiores partidos faz-se à custa dos três mais pequenos. O PCP fica-se pelos 7% das intenções de voto, enquanto que CDS e BE estão empatados com 6%.

Na mesma sondagem, amanhã publicada na íntegra no DN, Pedro Passos Coelho estreia-se em segundo lugar como primeiro-ministro no "ranking" das figuras políticas, com uma avaliação média de 9,8 (escala até 20), mais 0,8 pontos do que na última sondagem antes das legislativas. 63% dos inquiridos dão-lhe, aliás, nota positiva.

António José Seguro estreia-se na tabela com, respectivamente, 8,8 valores (até 20) e 57% de avaliações positivas, sendo que é reconhecido apenas por 78% dos inquiridos. A oposição só é alternativa, hoje, para 14%.

Quanto à avaliação do Governo, ela é boa para 31% dos inquiridos, má para 30, muito má para 16%. Tem, em termos gerais, mais coisas negativas que positivas (55% contra 31% que dizem o contrário) - mas é melhor avaliado do que o de Sócrates (para 31%, contra 16%).

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