Primeiro-ministro não remodela "em função da contestação"

Luís Montenegro recusa que Pedro Passos Coelho possa afastar algum membro do Governo face aos recentes protestos em presença dos ministros. E afirma que Miguel Relvas tem sido "utilizado" como uma das formas de atacar a coligação governamental.

Em entrevista ao Gente que Conta, programa de entrevistas conduzido por João Marcelino, diretor do Diário de Notícias, e Paulo Baldaia, diretor da TSF, o líder parlamentar do PSD está confiante que, por altura da sétima avaliação da troika ao cumprimento português do programa de ajustamento, será reconhecido o mérito à estratégia dos partidos que têm conduzido o País. E acrescenta que o Presidente da República tem tido um papel "positivo e construtivo" em todo este processo.

Sublinha que, apesar da revisão em baixa das previsões de crescimento económico nacional, o ministro das Finanças "não colocou a hipótese de mais medidas de austeridade". Acusa o PS de ter criado uma confusão entre a necessidade de cortar quatro mil milhões de euros na despesa e a reforma do Estado e, referindo-se às próximas eleições autárquicas, frisa que o PSD não tem qualquer dúvida quanto à aplicação da lei da limitação de mandatos, pelo que não considera necessário "plano B" para os candidatos apoiados pelo partido e que já acumularam mais de três mandatos consecutivos.

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