PNR quer acabar com subsídios a associações de minorias

O candidato do PNR à Câmara de Lisboa, João Patrocínio, propôs hoje acabar com os subsídios a associações relacionadas com homossexualidade e de trabalho com minorias étnicas, defendendo que os fundos públicos "estão a ser mal aplicados".

"O dinheiro existe, está é a ser mal aplicado", disse João Patrocínio, no jantar de apresentação da sua candidatura, que ocorreu hoje num restaurante em Alvalade.

O candidato nacionalista recusou ainda os valores do 25 de Abril, considerando que "não defendem os valores de família", e propôs a renovação de Lisboa, "trazendo os lisboetas de volta" e dando "outro aspeto" à capital.

O cabeça-de-lista defendeu ainda, como pilares da candidatura do PNR, a justiça social e a soberania e a identidade nacionais.

João Patrocínio admitiu uma "expectativa acentuada" no crescimento do PNR nas eleições autárquicas e rejeitou alianças pós-eleitorais "com políticos corruptos".

Anteriormente ao candidato à presidência da Câmara de Lisboa, o presidente do PNR, José Coelho, recordou as dificuldades financeiras do partido e criticou a ausência da cobertura da campanha nacionalista pelos meios de comunicação social.

José Coelho criticou ainda a resposta de João Semedo, coordenador e candidato a Lisboa do BE, num debate público entre candidatos à capital na quinta-feira, que defendeu a liberdade e a democracia, depois de João Patrocínio ter criticado o "apoio dado pela Câmara de Lisboa às minorias".

Candidatam-se ainda à presidência da Câmara de Lisboa nas eleições de dia 29 António Costa (PS), Fernando Seara (PSD/CDS-PP/MPT), João Ferreira (CDU), Nuno Correia da Silva (PPM/PPV/PND), Joana Miranda (PCTP/MRPP), Amândio Madaleno (PTP) e Paulo Borges (PAN).

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