Passos não faz "interpretação" sobre ausência de Portas

Em resposta às perguntas dos jornalistas no final do Conselho Nacional do PSD, o primeiro-ministro garantiu: "Foi-me transmitido que o senhor doutor Paulo Portas estaria demasiado longe de Lisboa a essa hora. E portanto não conseguira chegar a tempo da tomada de posse".

Inquirido sobre a ausência do ministro dos Negócios Estrangeiros e líder do CDS na tomada de posse do novos ministros, esta manhã, Passos Coelho explicou: "Não quero portanto fazer qualquer interpretação. Qualquer interpretação só pode ser feita por ele". E não deixou de sublinhar que "todos os ministros, desde que estejam cá devem ir à posse do Governo".

Em resposta às perguntas dos jornalistas no final do Conselho Nacional do PSD, que decorreu num hotel de Lisboa, Passos Coelho reconheceu que o país "está a atravessar uma fase crítica no seu programa" de ajustamento. E sublinhou que a austeridade tem sido encarada "de forma heróica pelo país", um esforço que "tem sido reconhecido fora de Portugal".

O primeiro-ministro explicou ainda que Portugal está a viver uma "recessão causada de forma desnecessária por falta de crédito à economia", sobretudo, acrescentou, numa altura em que os bancos estão capitalizados.

Passos sublinhou ainda haver hoje "mais margem para os bancos terem uma posição mais ativa na retoma do investimento".

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