Passos Coelho empenhado em incluir natalidade no OE2015

A vice-presidente do PSD, Teresa Leal Coelho, afirmou hoje haver um "forte empenho" do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e do Governo em incluir medidas de apoio à natalidade no Orçamento do Estado para 2015.

Teresa Leal Coelho não adiantou que medidas poderão ser essas: "Não vamos divulgar medidas na sua especificidade". Em preparação estão "medidas que possam incrementar ou facilitar o rendimento das pessoas, por um lado, e, por outro lado, facilitar as condições de vida das pessoas e das famílias, a conciliação entre a vida familiar e a vida laboral", disse apenas.

A dirigente e deputada social-democrata falava aos jornalistas na residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, no final de um encontro entre uma delegação do PSD e Pedro Passos Coelho, que durou cerca de uma hora e meia, sobre medidas de apoio à natalidade.

"Aquilo que saiu desta reunião é que há um empenho forte do primeiro-ministro e do Governo para a introdução de imediato e já no próximo Orçamento do Estado de um conjunto de medidas que possam ter resultados, que possam ter eficiência a curto prazo e também a médio e longo prazo", declarou.

Teresa Leal Coelho recusou falar de outros temas, como a evolução do défice das contas públicas, e também não quis responder se considera que as mudanças no PS vão facilitar entendimentos sobre matérias como a natalidade.

Na base do encontro de hoje voltou a estar o relatório "Por um Portugal amigo das crianças, das famílias e da natalidade", da responsabilidade do professor Joaquim Azevedo, feito a pedido de Pedro Passos Coelho na qualidade de presidente do PSD e divulgado a 15 de julho.

Nesta reunião, segundo Teresa Leal Coelho, os dirigentes do PSD, o professor Joaquim Azevedo e outros membros da equipa que elaborou esse relatório debateram com o primeiro-ministro "uma série de soluções" para a promoção da natalidade em Portugal.

"Puderam ser debatidas ao pormenor, e até algumas delas contabilizadas e verificada a respetiva compatibilidade com as circunstâncias financeiras e económicas do país", referiu.

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