"Para a semana estaremos a todo o gás a fazer as nossas patifarias"

Almoço com Joana Amaral Dias.

Já ia o almoço adiantado quando Joana Amaral Dias antecipou a rentrée da lista que lidera às eleições legislativas, a coligação Agir--PTP-MAS. "Agora temos uma série de ações diretas preparadas, é a nossa rentrée. Para a semana estaremos a todo o gás a fazer as nossas patifarias." Sem abrir o jogo, claro. "São segredo, 70% da ação direta vive do segredo." O mesmo segredo que Joana guardou sobre a capa de uma revista que só seria divulgada no dia a seguir a este almoço com o DN, com a candidata nua, "uma nudez que não choca", como diz nas páginas de Cristina.

Quase que se pode ir à explicação que Joana Amaral Dias dá para as ações diretas do movimento para justificar esta nudez. "O que queremos fazer é isso mesmo: poder aliar uma certa criatividade e outras formas de fazer política a tomadas de posições que vamos desenvolvendo e que queremos que cheguem ao máximo número de pessoas. E vamos continuar a fazer no pós-eleições, sem dúvida. Especializámo-nos nisso e gostamos muito."

Este "almoço com" quase que se transformava num "passeio com". À hora marcada e no local indicado, a porta fechada desanimava Joana Amaral Dias. Afinal, palavra de candidata a deputada, nascida em Luanda mas que cresceu em Coimbra, ali come-se o único leitão à moda da Bairrada que vale a pena em Lisboa (e o apetite já tinha sido aguçado com os comentários do taxista que nos conduziu até lá). Ali é o Bota Feijão, uma casa térrea encravada na velha Moscavide, entre a linha do comboio e as urbanizações que nasceram com a Expo - foi para férias.

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