"Não me demito, não abandono o meu país"

Pedro Passos Coelho declarou ao país que não se demite, admitiu ter ficado surpreendido com a demissão de Paulo Portas e disse ir procurar com o CDS-PP soluções de apoio político ao Governo.

Numa declaração que começou alguns minutos atrasada, Pedro Passos Coelho afirmou que não aceitou ainda a demissão do líder do CDS-PP, Paulo Portas. Para Passos, o apoio político ao Governo está em causa, mas o primeiro-ministro não vê razão para se demitir. Acrescentou ainda que "nas próximas horas" iria manter contactos com o CDS-PP "para garantir a estabilidade política do país".

LEIA AS PRINCIPAIS DECLARAÇÕES DE PASSOS AO MINUTO:

21:21 - "O que está em causa não são as incertezas ou os anseios dos políticos, mas o interesse e o bem da nossa comunidade política".

20:20 - "O primeiro-ministro tem de ser o baluarte da confiança e da tranquilidade. Tem de assegurar a responsabilidade e energia para lutar contra todas as adversidades"

20:19 - "Estamos conscientes que um Governo de coligação é um compromisso permanente. Não me demito, não abandono o meu país"

20:18 - "Nas próximas horas procurarei junto do CDS/PP garantir a estabilidade política para o País"

20:17 - "Ambos os partidos têm obrigação de não desiludir o país"

20:16 - "Comigo o país não escolherá um colapso político, económico e social. Há muito trabalho pela frente. O país está primeiro. Os tempos não exigem menos do que isto".

20:15 - "Não pedi ao senhor Presidente da República a exoneração do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros"

20:14 - "A ameaça de crise política seriam dois anos que seriam deitados por terra"

20:13 - "O país foi surpreendido pela demissão de Paulo Portas. Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa"

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