"Não existe um ataque aos pensionistas"

Jorge Moreira da Silva lamenta os equívocos na opinião pública que dizem respeito à taxa sobre as pensões que o Governo pretende aplicar. Garante que há vontade de equilibrar a proteção social dos idosos, desempregados e carenciados, e que a própria taxa pode ser substituída por outras medidas. Mas PSD, CDS e também o PS terão de trabalhar em conjunto para encontrar alternativas.

Em entrevista ao Gente que Conta, programa de entrevistas conduzido por João Marcelino, diretor do DN, e Paulo Baldaia, diretor da TSF, o primeiro vice-presidente do PSD defende que acusar o Governo de ter ido além da troika, em matéria de austeridade, é falhar à verdade, na medida em "o Governo até foi aquém da troika no que diz respeito às metas orçamentais".

Afirma que não se pode prometer aos portugueses a baixa de impostos enquanto a redução da despesa não estiver garantida e sublinha que o País está pouco habituado a coligações, daí a estupefação quando o CDS procura marcar posições diferentes das do PSD, mesmo que isso não coloque em causa a estabilidade do Executivo.

Sobre as autárquicas, dossier que no PSD é da sua responsabilidade, sublinha que este ato eleitoral não poderá ser transformado numa "avaliação intercalar" do Governo. Lamenta a impossibilidade da coligação com o CDS no Porto, em favor da candidatura de Luís Filipe Menezes, e garante que não tem "plano B" em caso de chumbo constitucional das candidaturas de Menezes e Fernando Seara, em Lisboa, que foram impedidas por providência cautelar.

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