MP pede prisão efetiva para Armando Vara

Ministério Público defendeu penas únicas de prisão efetiva para 16 dos 34 arguidos singulares ao encerrar as alegações finais.

Os procuradores do processo Face Oculta pediram, hoje no encerramento das alegações finais do Ministério Público, penas de prisão efetiva para 16 dos 34 arguidos. Só no caso de Manuel Godinho (acusado de associação criminosa, corrupção, tráfico de influência, entre outros) apontaram uma pena, que não deve ser inferior a 16 anos de cadeia.

Foi pedida prisão efetiva, mesmo em caso de penas inferiores a cinco anos, também para o ex-ministro e antigo administrador do BCP Armando Vara (tráfico de influência), José Penedos, ex-presidente da REN (corrupção e participação económica em negócio) e o seu filho, o advogado Paulo Penedos (tráfico de influência), entre outros arguidos.

A "capacidade de intervenção em novos crimes, com prolongamento da atividade, e a prática de crimes conexos", levaram o procurador João Marques Vidal a justificar a não suspensão de prisão nos casos em que as penas eventualmente o permitissem.

Dos nove arguidos acusados de associação criminosa, a quatro (Namércio Cunha, Manuel Nogueira Costa, Mário Pinho e José Valentim) foram sugeridas penas suspensas.

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