Mistério no júri presidido por Nóvoa que chumbou Saldanha Sanches

Afinal Saldanha Sanches não foi chumbado uma vez nas provas de agregação mas duas. No mesmo dia. De uma votação para outra, um catedrático mudou de voto. Sampaio da Nóvoa presidiu ao júri.

Há um mistério na história do chumbo ao fiscalista Saldanha Sanches na prova de agregação que lhe teria permitido, em 2007, tornar-se professor catedrático - e cujo júri foi presidido pelo então reitor da Universidade de Lisboa, e hoje protocandidato presidencial, António Sampaio da Nóvoa.

O mistério é: quem foi, dos nove catedráticos que compunham o júri, o que mudou o sentido de voto. A verdade é que, segundo apurou o DN, não houve uma votação mas duas. Sampaio da Nóvoa presidiu por inerência - sem votar - ao júri.

Leia mais no e-paper do DN

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG