Militares portugueses partem em missão para Mali e Lituânia

O contingente português que vai participar na missão das Nações Unidas de manutenção de paz no Mali parte sexta-feira de manhã da Base Aérea do Montijo.

O contingente português, cuja missão durará três meses, é composto por um C130 e um efetivo de 47 militares, dos quais 41 da Força Aérea e seis do Exército.

Também na sexta-feira de manhã parte, da Base Aérea de Monte Real, o contingente português que vai integrar a missão da NATO de policiamento do espaço aéreo da Lituânia, com o emprego de seis F16 e um efetivo de 70 militares, que vão permanecer no território durante quatro meses.

A partir do próximo dia 1 de setembro, Portugal será a nação líder desta missão no Báltico.

Fonte oficial do Ministério da Defesa destacou a importância destas duas missões "para a segurança e manutenção da paz internacionais".

"A participação de Portugal em Forças Nacionais Destacadas é uma das prioridades identificadas no Conceito Estratégico de Defesa Nacional, revisto em 2013", sublinhou a mesma fonte, acrescentando que, "apesar das dificuldades financeiras, Portugal não deixou de participar, nos últimos anos, em diversas missões e exercícios internacionais".

A 30 de julho, o Governo informou o Conselho Superior da Defesa Nacional da possibilidade de Portugal enviar uma aeronave de patrulhamento marítimo para o Mar Báltico, no âmbito das ações que a NATO pretende desenvolver face à situação na Ucrânia.

Na mesma reunião o executivo informou também que uma aeronave C-130 e respetivo destacamento de apoio iriam operar em missões de manutenção de paz da ONU no Mali, durante três meses.

A Missão Integrada das Nações Unidas para a Estabilização do Mali começou a trabalhar no terreno a 01 de julho do ano passado, depois de o exército francês ter expulsado, do norte do país, os grupos radicais e terroristas que controlavam a região desde o verão de 2012.

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