Marques Mendes: Se houver dois candidatos Presidenciais, PSD não deve apoiar nenhum à primeira volta

Ex-presidente do partido considera que o "ideal" seria só existir um candidato da área do PSD a concorrer às Presidenciais. Marques Mendes considera ainda que "a Grécia é um pesadelo para o PS".

O ex-líder do PSD, Luís Marques Mendes, defende que "se houver mais do que um candidato da área do PSD, o partido deve dar liberdade de voto à primeira volta e só apoiar mais tarde o candidato que passar à segunda volta". Ou seja: em caso de Rui Rio e Marcelo Rebelo de Sousa ou Santana Lopes entrarem em confronto, o partido não deve apoiar nenhum à primeira volta.

Em respostas enviadas aos alunos da Universidade de Verão do PSD, que decorre desde segunda-feira em Castelo de Vide, Marques Mendes acrescentou ainda que "o ideal seria haver um único candidato da área do PSD para contrastar para contrastar a divisão recente na área PS", mas alertou: "Nem sempre o ideal coincide com o possível".

O ex-presidente do partido está alinhado com Marcelo Rebelo de Sousa quanto ao timing do anúncio das candidaturas, defendendo que o PSD "deve esperar que elas só surjam depois de 4 de outubro, para não misturar legislativas com presidenciais e não dividir o partido como está a suceder com o PS".

Marques Mendes defendeu ainda que "a Grécia é um pesadelo para o PS. Para o social-democrata "por comparação com Portugal, todo o caso grego vai pesar bastante nas eleições", uma vez que "a aventura do Syriza só agravou a vida dos gregos" e "porque António Costa cometeu a imprudência de se deixar associar ao Syriza e agora paga a fatura desse erro".

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