Maçonaria domina aparelho do PSD

Membros da Grande Loja Legal de Portugal controlam Lisboa e Porto, as duas maiores distritais. Objetivo: influenciar escolha de candidatos às autárquicas.

A influência da maçonaria no aparelho do PSD tem crescido nos últimos meses. A maior distrital do País (Porto) tem na sua direção várias figuras com ligação à maçonaria, nomeadamente o secretário-geral, Ricardo Almeida, e o vice-presidente Miguel Santos.

Na distrital de Lisboa foi eleito para presidente, em novembro, Miguel Pinto Luz, que garante não ser maçom mas pertencer ao círculo íntimo de Alexandre Picoto, um influente maçom da GLLP e do partido. José Moreno comentou nos últimos dias: "A haver algo em jogo, serão outros interesses que não passam pela maçonaria."

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