LIVRE quer reforçar vocação de Governo de esquerda

Os responsáveis do LIVRE dizem-se abertos ao diálogo com outras forças políticas de esquerda para a construção de uma vocação governativa, dando "finalmente prioridade àquilo que as une em vez de insistirem no que as separa".

Na reunião do grupo de contacto desta quinta-feira, o Livre sublinhou o seu empenho no relacionamento com outros partidos, organizações e movimentos sociais que partilhem da mesma convicção essencial. O encontro também serviu para dar o balanço das sessões públicas que estão a efetuar pelo país.

"Para o Livre é claro - se é necessário que as esquerdas construam uma vocação governativa, é necessário então que se entendam, que deem finalmente prioridade àquilo que as une em vez de insistirem no que as separa", lê-se em nota da reunião.

"Os recentes sinais de recomposição da esquerda reforçam o dever que o Livre assumiu para si no momento da sua fundação. E confirmam os motivos que levaram ao aparecimento do LIVRE como nova força política em Portugal e que determinam a sua disponibilidade para o diálogo".

Segundo o Livre, há 1.640 pré-membros e apoiantes inscritos. O partido, cujo rosto mais visível é o ex-eurodeputado e historiador Rui Tavares, vai organizar em 05 de outubro um congresso em Lisboa.

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