"Liberdade de imprensa não está a ser defendida"

O coordenador do BE considerou hoje que "a liberdade de imprensa não está a ser defendida" no caso que envolve o ministro Miguel Relvas e o jornal "Público", exigindo "toda a clareza" sobre uma "interferência excessiva, desastrada e inaceitável".

"Achamos que é preciso um esclarecimento, a liberdade de imprensa não está a ser defendida com a atenção que a democracia exige e portanto o BE bater-se-á por toda a clareza sobre este assunto de uma interferência excessiva, desastrada e inaceitável na política editorial de um jornal", afirmou Francisco Louçã aos jornalistas no Parlamento.

Questionado sobre as iniciativas já apresentadas pelo PS e PCP para ouvir os intervenientes neste caso, Louçã remeteu para uma intervenção que será feita mais tarde pela deputada bloquista Catarina Martins.

Na quarta-feira, a ERC, através de uma deliberação, "não deu como provada a existência de pressões ilícitas do ministro Miguel Relvas" sobre o jornal Público.

Já hoje, e depois de na quinta-feira ter visto rejeitado pelo PSD o seu pedido para ouvir Miguel Relvas no Parlamento, o PS apelou ao ministro para que tome a iniciativa de prestar esclarecimentos no Parlamento sobre o seu caso com o jornal "Público" e que recuse "esconder-se" por trás do "biombo" da maioria.

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