Jardim ficou refém de grandes monopólios do regime

Alberto João Jardim teve "todas as condições" sociais e financeiras para governar a Madeira mas "deitou tudo por água abaixo", foii "um mau gestor dos dinheiros públicos", diz José Manuel Coelho, lider do PTP, autor da moção de censura.

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Para o deputado a Madeira vive com "mais de 40 mil desempregados", acusando Jardim de "usar" as verbas comunitárias de "forma fraudulenta" tendo "ficado refém dos tubarões jardinistas" numa referência aos grandes monopólios. Coelho resolveu trazer um retrato de um bode, " o bode expiatório", oferecendo o quadro ao secretário regional da educação com a finalidade de o entregar a Jardim.

Neste momento, Edgar Silva, deputado do PCP, chamou a atenção da Mesa para a ausência de Alberto João Jardim, e pediu a interrupção dos trabalhos até que Jardim apareça. O documento foi colocado à votação mas a maioria rejeitou.

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