PS sem dinheiro para rendas, água ou luz

O partido pediu um empréstimo de 1,5 milhões de euros para pagar a campanha eleitoral.

A falta de liquidez do PS faz hoje manchete do semanário Expresso, segundo o qual o partido tem uma dívida de 11 milhões de euros à banca que pode levar à hipoteca de sedes.

De acordo com o jornal, o PS pedi um empréstimo à banca para poder pagar a campanha eleitoral, renegociou os juros da dívida que já tinha e está a reavaliar o património que detém um pouco por todo o país.

Há meses que uma boa parte das secções do PS não recebem as verbas que lhes são devidas, pelo que enfrentam dificuldades para fazer face a despesas correntes, como o pagamento de rendas, água ou luz.

O secretário nacional do PS para a Administração, Luís Patrão, admite ao Expresso que o partido "enfrenta uma situação orçamental exigente", pelo que as medidas adotadas "não são mais do que medidas de boa gestão, aplicáveis a qualquer instituição ou entidade".

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.