Pai quer ver o filho mas não encontra processo no Citius

Há mais de três meses sem ver o filho, Miguel Alvarez tenta acelerar a regulação do exercício da responsabilidade parental. Mas a vida complicou-se-lhe nos últimos dias.

"A mãe levou o menino para o Norte, a mais 300 quilómetros, e agora tenho este caos na justiça, que me está a levar ao desespero", assume, depois de segunda-feira ter voltado ao Tribunal de Setúbal, pela segunda vez, para perceber "onde para ou como está" o seu processo. Mas continua sem resposta. "Sem o Citius operacional, tentámos pela via manual, mas está tudo parado e não se encontra o processo. Disseram-me que em breve as coisas poderão melhorar, mas quem olha para aquele tribunal só consegue ver um estaleiro", lamenta este pai, de 36 anos empregado de escritório, perante as obras que circundam o palácio da justiça sadino.

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