Marcelo questiona se Orçamento será "fidedigno"

Preocupado com sinais da "economia europeia e mundial" e os "reflexos" que terão na portuguesa, Rebelo de Sousa admite que "não são boas notícias para o governo que está a contar com crescimento de 1,5%".

No seu comentário na TVI, Marcelo Rebelo de Sousa notou que o governo está a preparar um Orçamento do Estado (OE) "num contexto em que as previsões de crescimento são tudo menos certas".

Afinal, o antigo líder do PSD tinha apontado antes que há sinais preocupantes com "a evolução da economia europeia e mundial", que terão "reflexos na portuguesa". "Não são boas notícias para o governo que está a contar com crescimento de 1,5%", afirmou.

Sobre a eventual descida da sobretaxa do IRS, que ficará dependente do aumento da receita fiscal e do crescimento da economia, Marcelo disse que o que aí vem "é uma fórmula complicada" que permitirá o "desagravamento" fiscal, "numa lei à parte" a apresentar no mesmo dia do OE. Mas o professor universitário questiona se o ponto de partida estará correto. "O que está no Orçamento do Estado é minimamente fidedigno? Corresponde à realidade?", perguntou-se. "Sim ou não?", insistiu.

Apontando como "vitória do CDS" a introdução do "quociente familiar", Marcelo defendeu tratar-se de "um raiozinho de luz agradável ter vingado a teoria do desagravamento fiscal", depois de três anos em que "nunca se pagou tantos impostos em Portugal".

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