Governo prepara 2012 sob críticas cerradas

Seguro reage duramente a entrevista de Passos e diz que só Governo "demissionário" mandaria emigrar; professores não poupam nas críticas e aconselham a ser o primeiro-ministro a deixar o País; distritais do PSD exigem fim da austeridade

Após dez horas a afinar a estratégia das reformas para um "ano difícil", o conselho de ministros extraordinário de ontem, em Oeiras, acabou sem conclusões, como planeado. E enquanto os ministros se reuniam, na Figueira da Foz o líder da oposição ensaiava a resposta: António José Seguro acusou Passos Coelho de estar "apaixonado pela austeridade".

Também a afirmação do primeiro-ministro, numa entrevista, de que emigrar é solução para evitar desemprego dos professores não ficou sem resposta, com o líder socialista a acusar Passos Coelho de estar "demissionário", "passivo" e de "braços caídos".

E para juntar às pressões sobre o Executivo, as distritais do PSD contestam agravamento da austeridade. Num almoço no Fundão, dirigentes sociais-democratas pediram ao Governo que comece a aplicar resultados dos sacrifícios.

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