Costa: "Espero que ninguém pense em comprar mais de 49% da TAP"

COM VÍDEO. Em entrevista ao DN, o líder do PS compromete-se a repor os feriados abolidos durante os anos da troika.

Rejeitando a ideia de irrealismo ou otimismo excessivo das propostas que recebeu do grupo de economistas, António Costa, a propósito da TAP, deixa um aviso ao setor privado. "O Estado português não está à venda" .

E avisa: "Que ninguém se atreva a pensar na compra da Carris ou do Metro contra a Câmara de Lisboa".

O secretário-geral do PS abre ainda a porta ao regresso da carga horária na função pública: "Se for possível, é desejável voltar às 35 horas de trabalho semanal já em 2016".

Leia a entrevista na edição impressa ou no e-paper do DN

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.