António Costa, à grega, insiste em subida do salário mínimo

Vários pontos separam PS e Atenas do governo português. Socialistas defendem que contratação coletiva é essencial

No dia em que o governo grego teve de recuar perante a troika, António Costa defendeu duas das bandeiras do Syriza: a "progressão sustentada do salário mínimo" e o "desbloqueamento da contratação coletiva". O secretário-geral do PS falava numa conferência promovida pela revista britânica The Economist, em Cascais, onde a ministra das Finanças manteve a linha "alemã".

Após o governo ter sido acusado pela oposição de se ser mais alemão que os alemães, estará Costa a ser mais grego que os gregos? É difícil responder, pois as realidades são diferentes, mas Costa apresenta medidas de forma mais destemida.

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.