AGIR faz partido mas sem precisar de assinaturas

Joana Amaral Dias, ex-dirigente e ex-deputada do BE, vai ser a cabeça de lista do AGIR, formação que se legalizará aproveitando o já existente Partido Trabalhista Português (PTP).

O acordo feito entre os ativistas do AGIR e o PTP prevê que agora este partido atualize a sua designação para AGIR-PTP (ou vice-versa, não está decidido).

Os ativistas do AGIR aprovaram hoje à tarde em Lisboa um manifesto onde se enfatiza que "as divisões entre esquerda e direita apenas nos enfraquecem".

"Agir é essa proposta: não interessa se és de esquerda, de direita, de centro, ou não te reconheces em lugar nenhum, o que interessa é a tua vontade de participar nesta ruptura popular e construir uma verdadeira democracia", lê-se no documento.

O essencial do programa do AGIR está centrado numa reforma do sistema político centrada nos problemas da participação popular e do combate à corrupção.

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