A Lisboa de António Costa é o espelho do país. Exceto na dívida, que desceu 40%

Numa radiografia feita pelo DN à maior autarquia de Portugal, entre 2011 e 2014, vê-se uma cidade que em pouco destoa da realidade nacional: mais idosos, desempregados e sem-abrigo. Mas na capital a dívida desceu

"Eu reduzi a dívida que herdei em 40%, o senhor primeiro-ministro aumentou em 18% a dívida que herdou. Esta é a diferença entre quem gere bem e quem gere mal." A frase, de 28 de fevereiro, pertence a António Costa e ilustra aquele que tem sido um dos cavalos de batalha do presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) e secretário-geral do PS na oposição a Passos Coelho.

Ora, numa radiografia feita pelo DN à maior autarquia do país, é mesmo esse o indicador que mais faz divergir a gestão dos dois principais candidatos às próximas legislativas. Entre a herança de José Sócrates e o memorando da troika, o governo não conseguiu conter a dívida, que no final de 2014 já ia em 224 mil milhões de euros, 128,7% do produto interno bruto (PIB). Costa, por sua vez, pode gabar-se da trajetória inversa da dívida da capital.

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