Inquérito ao BES entra em nova fase. Maioria aponta a Constâncio e Teixeira dos Santos

Audição do presidente da PricewaterhouseCoopers levanta dúvidas a PSD e CDS sobre a supervisão e regulação desde 2001. PS critica "tentação" e fala em "efeito bumerangue". Membros da troika recebem perguntas até ao fim do mês.

Para PSD e CDS, são duas peças centrais para que se perceba desde quando começaram as irregularidades no Banco Espírito Santo (BES) e no Grupo Espírito Santo (GES). Por isso, Fernando Teixeira dos Santos vai voltar à comissão parlamentar de inquérito, desta feita como ex-presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e Vítor Constâncio, na qualidade de ex-governador do Banco de Portugal (BdP), vai responder por escrito.

Foi a audição do presidente da PricewaterhouseCoopers (PwC) em Portugal a originar esta viragem de agulhas da maioria, uma vez que na terça-feira passada José Pereira Alves revelara que já em 2001 a auditora tinha detetado problemas no banco e no grupo.

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