Forças Armadas devem desativar 6 hospitais este ano

A direção-geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa vai gerir a desafetação das unidades hospitalares que os três ramos têm de desativar até ao fim do ano e promover a avaliação e rentabilização dos imóveis.

Segundo um projeto de despacho do ministro da Defesa, a que a agência Lusa teve acesso, o Hospital de Marinha (Santa Clara), o Hospital Militar de Belém (Força Aérea), o quartel de Campo de Ourique, a Cerca do Convento da Estrela e a Casa de Saúde da Família Militar (os três do Exército) serão "libertos dos serviços neles instalados e considerados excedentários e disponíveis".

Em resultado da criação do novo Hospital das Forças Armadas no Lumiar, estes seis edifícios deverão ser totalmente desativados até ao final deste ano, o que já aconteceu com os hospitais de Belém e de Santa Clara.

O documento assinado por José Pedro Aguiar-Branco define ainda que caberá à direção-geral de Armamento e Infraestruturas de Defesa (DGAIED) promover a avaliação dos imóveis "numa ótica de maximização da rentabilização dos mesmos, atentos os atuais usos do solo, bem como potenciais usos alternativos".

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