"Flagrante ilegalidade" de Carlos Costa

BE considera que o governador do Banco de Portugal , Carlos Costa, pode ter cometido uma "flagrante ilegalidade" ao permitir que Vítor Bento fosse presidir ao BE.

A tomada de posição, assumida por João Semedo, resulta da notícia desta quarta-feira no DN, segundo a Bento manteve o vínculo ao BdP enquanto esteve no BES (e depois no Novo Banco).

O coordenador do BE recordou o artigo 61º da Lei Orgânica do BdP, o qual determina que "é vedado" aos funcionários do BdP "fazer parte dos corpos sociais de outra instituição de crédito, sociedade financeira ou qualquer outra entidade sujeita a supervisão do banco".

A pergunta do BE a Carlos Costa tem duas alíneas: "Como é que foi possível a Vitor Bento assumir a presidência do BES?"; e "como é que o governador do BdP autorizou que Vítor Bento, quadro do BdP, tenha assumido a presidência do BES?"

Em julho passado, o jornal i noticiou também que Bento fora para o BES depois de ter rescindido contrato com o BdP (a cujos quadros pertenceu durante 14 anos).

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