Estabilidade governativa "é uma necessidade"

O ministro da Presidência afirmou esta quinta-feira que a estabilidade governativa "é uma necessidade" para o País, exigindo-se que os agentes políticos tenham "uma responsabilidade muito grande" para a preservar.

"O que se exige é uma responsabilidade muito grande aos agentes políticos na preservação e defesa da estabilidade política para superar o programa" de assistência financeira externa e recuperar a soberania, sublinhou Luís Marques Guedes.

O governante falava no final da reunião semanal do Conselho de Ministros, na qual o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, se fez representar por um secretário de Estado.

Marques Guedes adiantou que a resolução dos problemas de funcionamento da coligação reside na esfera dos partidos e não no Conselho de Ministros.

O ministro disse desconhecer se o primeiro-ministro e Paulo Portas ainda se encontravam reunidos no edifício do Conselho de Ministros na altura em que falava aos jornalistas.

Quanto à escolha do ministro da Saúde, Paulo Macedo, para representar o Governo na interpelação parlamentar desta tarde pedida pelo BE, sobre o tema "A insustentabilidade da dívida pública e a política de austeridade", o porta-voz do Conselho de Ministros disse ter informado o Bloco há uma semana que o Executivo iria responder através de um "ministro setorial" e não do das Finanças.

Sobre a escolha ter recaído em Paulo Macedo, Marques Guedes explicou que a área da Saúde, pelas medidas já tomadas, é uma das que mais tem contribuído para inverter a trajetória de insustentabilidade da dívida.

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