"Entreguei declarações e pagamentos fora de prazo com coima e juros, umas vezes por distração, outras por falta de dinheiro"

Primeiro-ministro admite falhas nas declarações entregues ao fisco por "distração e "falta de dinheiro". Quantos anos? Passos Coelho não guarda "memória dos números de processo nem de valores".

"Houve anos em que entreguei declarações e pagamentos fora de prazo com coima e juros, umas vezes por distração, outras por falta de dinheiro", revela Pedro Passos Coelho, em declarações ao jornal "sol".

O primeiro-ministro reconhece ter cometido falhas nas suas declarações fiscais, mas garante, citado pelo "SOL" que nunca lhe foi dado "qualquer tratamento de exceção".

Garantindo que nunca deixou "de saldar as contas", Passos Coelho afirma que não recorreu "a contestação nem a manobras dilatórias".

O primeiro-ministro não revela informações sobre os anos que têm motivado a polémica (de 2003 a 2007) alegando que não dispõe de todos os elementos.

"Não guardo memória dos números de processo nem de valores, já que nunca vi interesse em conservar papéis anos a fio, de situações que ficaram regularizadas", justificou Passos Coelho.

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