"Democracia é compatível com rigor financeiro"

Portugal tem de "mostrar que a democracia é compatível com o rigor da política financeira", reduzindo o défice público sem violar direitos adquiridos, afirmou esta segunda-feira o presidente da Fundação Calouste Gulbenkian.

Artur Santos Silva sustentou que a redução do défice público português deve ser feita "com mais eficiência na gestão" das administrações central e local "e não violando direitos adquiridos, que devem ser respeitados".

O presidente da Gulbenkian intervinha na sessão de abertura da conferência "O 25 de Abril, 40 anos depois", organizada pelo Expresso, SIC-Notícias (ambos do grupo Impresa) e Instituto de Ciências Sociais (ICS), com o apoio daquela fundação.

Após as intervenções dos responsáveis das instituições organizadoras, Francisco Pinto Balsemão (Impresa) e Jorge Vala (ICS), foram divulgados os resultados de um inquérito aos portugueses sobre os 40 anos do 25 de Abril, apresentados pela politóloga Marina Costa Lobo.

Saber se o 25 de Abril une ou divide os portugueses foi o ponto de partida do inquérito realizado pelo ICS em janeiro passado.

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