Defesa poupa 85 milhões de euros em 2013 e 2014

As medidas estruturais a implementar pelo Ministério da Defesa ainda este ano vão permitir uma poupança na ordem dos 36 milhões de euros em 2013 e de mais 49 milhões em 2014, explicou esta sexta-feira o ministro José Pedro Aguiar-Branco.

O governante falava num encontro com jornalistas para abordar a diretiva ministerial relativa à implementação da reforma "Defesa 2020".

Aguiar-Branco deu alguns exemplos: o aumento de 30 para 100 quilómetros de distância no pagamento do suplemento de residência; a suspensão do Dia da Defesa Nacional (DDN) no segundo semestre deste ano e adoção de novo modelo em 2014; o aumento de um ano nos tempos mínimos de permanência nos postos.

Algumas das medidas geradoras de poupança constam do orçamento retificativo (já entregue no Parlamento), enquanto outras passam por legislação própria.

O governante adiantou que o orçamento retificativo prevê também "a possibilidade", com caráter excecional, de financiar o Fundo de Pensões dos Militares das Forças Armadas com receitas gerais do Estado até 40 milhões de euros.

O montante a usar desta forma será depois compensado com verbas resultantes da venda (ou outras formas de rentabilização) de imóveis militares, adiantou o Aguiar-Branco.

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