Cristas declara que "quem ganha as eleições deve governar"

Resultados mostram "grande maturidade" do povo português, afirmou o vice-presidente do PSD, Jorge Moreira da Silva, ao lado da ministra da Agricultura.

A vice-presidente do CDS-PP Assunção Cristas defendeu que a coligação PSD/CDS-PP é o "vencedor claro" das eleições legislativas e deve ser chamada a governar porque "quem ganha as eleições governa".

"Quem ganha as eleições governa, quem ganha eleições deve governar. E nós estamos preparados deste lado para governar", afirmou Assunção Cristas numa declaração aos jornalistas. Para a 'vice' centrista e ministra da Agricultura, os resultados apurados já permitem afirmar de "forma clara e inequívoca" que "há um vencedor claro" e que "o PS não atingiu nenhum dos seus objetivos".

"Os dados mostram que há uma diferença muito significativa entre o primeiro e o segundo classificado nestas eleições. Entendemos que os portugueses quiseram dizer de forma muito construtiva, de forma muito clara, de forma muito sublinhada, quem é que queriam ver a governar o país", declarou.

Assunção Cristas afirmou que "o PS não atingiu nenhum dos seus objetivos": "Inicialmente traçou como objetivo a maioria absoluta, não a alcançou. Depois baixou a fasquia mas traçou como objetivo vencer as eleições, não o alcançou".

Antes, o vice-presidente do PSD Jorge Moreira da Silva afirmou que os resultados já apurados tornam "evidente que esta foi uma vitória clara, expressiva e significativa da coligação Portugal à Frente" e que "o PS ficou muito aquém dos seus objetivos eleitorais".

Moreira da Silva considerou que PSD e CDS-PP conseguiram "uma vitória contra todas as expectativas" e recordou que, em 2014, os dois partidos coligados perderam as eleições europeias para o PS, que era então liderado por António José Seguro.

"Vale a pena recordar que esta coligação não venceu, foi derrotada, nas eleições europeias há pouco mais de um ano", disse.

O vice-presidente do PSD acrescentou que o resultado destas eleições legislativas "evidencia uma grande maturidade democrática do povo português, que deve ser respeitada por todos os partidos e por todos os políticos em Portugal".

Outras Notícias

Outros conteúdos GMG