CDS-PP sublinha "coerência" entre prefácio e exercício de mandato

O vice-presidente de CDS-PP Nuno Melo sublinhou hoje a coerência entre o prefácio do Presidente da República e o exercício do seu mandato, marcado por tempos económicos difíceis em que há "necessidade de um consenso social".

Em declarações à agência Lusa, Nuno Melo defendeu que o prefácio do livro de Cavaco Silva "é coerente" com o que se tem "visto e percebido no exercício do seu mandato".

No prefácio "Roteiro VII", que assinala o segundo aniversário na tomada de posse do seu segundo mandato em Belém, o Chefe de Estado veio defender que a situação do país não permitia que se deixasse influenciar pelo ruído mediático ou pressões.

Para Nuno Melo, a atitude do Presidente da República "reflete os tempos difíceis que Portugal atravessa e pondera os fatores importantes como o da estabilidade das diferentes instituições democráticas e a necessidade de um consenso social, que o CDS também releva de forma muito significativa".

O vice-presidente do CDS saúda ainda o facto de Cavaco Silva ter atuado sem "descurar o desempenho da economia, de que todos dependemos, para ultrapassar os momentos de crise que Portugal atravessa, condicionado também pelo agravamento da conjuntura condicional"

No prefácio do livro, que está disponível no 'site' da Presidência da República, o chefe de Estado defendeu que a execução do programa de ajustamento exige solidez na coligação governativa e que "muito beneficiaria" com um consenso político alargado.

Cavaco Silva entende que a magistratura de influência deve ser exercida no sentido de preservar consensos políticos e sociais, centrando a mensagem nos fatores de crescimento económico, estabilidade política e coesão nacional.

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