As secretas "deviam poder fazer escutas para prevenir atos terroristas"

O presidente do Conselho de Fiscalização das secretas defende uma fusão dos serviços de informações.

"Portugal não pode tornar-se no elo mais fraco na luta contra o terrorismo, o que até poderia trazer para cá novas ameaças", diz Paulo Mota Pinto na sua entrevista ao DN. Este deputado social-democrata, constitucionalista e professor de Direito, entende que os serviços de informações "deviam poder fazer escutas para prevenir atos terroristas". Mota Pinto explica pela primeira vez tudo o que se passou no 'varrimento' do SIS apanhado na investigação dos vistos gold e defende os dirigentes das secretas.

Fala do seu convite para o BES e de política nacional, manifestando a sua convicção que com António Costa "talvez de consigam fazer compromissos mais cedo" com o PSD.

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