As ideias do CDS que a coligação aproveitou

Um limite da dívida na Constituição e a "privatização" de parte das receitas da segurança social estavam no programa do CDS.

A conta está errada: a soma das 248 páginas do programa eleitoral do PSD, de 2011, com as 75 do CDS, da mesma campanha, não é 148, o número de páginas do projeto da coligação "Portugal à Frente", apresentado na quarta-feira. A síntese alcançada, o que ficou de um e de outro foi resultado de negociações intensas, cedências e trocas, que dirigentes de ambos os partidos, contactados pelo DN, se recusaram a detalhar. "Não se tratou de cedências, derrotas ou vitórias, apenas de um encontro de boas ideias de ambas as partes", limitou-se a sublinhar fonte dirigente da coligação.

Uma leitura dos documentos permite, porém, algumas conclusões. Do programa do CDS foram extraídas algumas das ideias fortes do programa da coligação.

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