Alunos vão processar Lusófona

Os alunos consideram-se "irremediavelmente lesados na sua honra, honorabilidade, competência e qualificação cientifica" por causa do escandalo da licenciatura atrubuída a Miguel Relvas

Antigos e atuais alunos da Universidade Lusófona vão avançar com um processo cível contra a Direcção e Administração da COFAC - Cooperativa de Ensino, proprietária da Universidade Lusófona de Humanidade e Tecnologias.

Os alunos consideram-se "irremediavelmente lesados na sua honra, honorabilidade, competência e qualificação cientifica, vitimas do procedimento da Direcção e Administração da CONFAP em todo este escandaloso caso [licenciatura atribuida Relvas], vemo-nos actualmente de credibilidade absolutamente destruída aos olhos da Comunidade Cientifica e Académica Portuguesa, aos olhos de todas as entidades empregadoras e aos olhos da Opinião Pública em Geral"

Por esta razão "os antigos e presentes alunos da Universidade Lusófona" vão "mover contra a Universidade Lusófona e a sua proprietária, a COFAC, uma acção civel com o objectivo de resarcir todos os antigos e presentes estudantes afectados na sua credibilidade, competência, produção académica e profissionalismo com todo este caso".

Para os alunos é um a "licenciatura em Ciência Política atribuida e legitimada por esta instituição de ensino privado ao seu aluno Miguel Relvas, ex Ministro Adjunto do Primeiro Ministro" é um "escandalo" e um "um irreparável dano causado por este caso no que diz respeito à legitimidade dos graus académicos conseguidos por milhares de alunos que frequentam ou frequentaram a Universidade Lusófona".

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