33% de mulheres no novo Conselho Nacional da CGTP

Eles são mais que elas, mas elas são mais novas - eis o retrato do órgão dirigente da central sindical. Um terço dos seus membros foi renovado e a média etária geral é agora de quase 48 anos.

O novo Conselho Nacional da CGTP segue a lei da paridade, com 99 homens e 48 mulheres, num total de 147 membros, mesmo que a referida legislação defina apenas uma representação mínima de 33% para as listas eleitorais à Assembleia da República, Parlamento Europeu e autarquias. Em termos percentuais são 67,34% de representantes do sexo masculino e 32,66% do sexo feminino, de acordo com dados distribuídos pela organização do XII Congresso da central sindical, no segundo e último dia de trabalhos.

Este órgão dirigente da Intersindical foi eleito na sexta-feira e obrigou a uma renovação de cerca de um terço dos seus membros, na maioria dos casos por limite de idade. A média etária dos 147 membros do Conselho Nacional ficou agora a bater nos 48 anos, segundo os dados da organização. Elas são mais novas que eles. Se nos homens, a média é de perto dos 49 anos, nas mulheres baixa para os quase 46 anos.

Os seis jovens eleitos para o Conselho Nacional (apenas 4,08% do total dos membros do órgão) têm uma média de idades de quase 28 anos.

Para o Conselho Nacional votaram 775 delegados. Estavam inscritos para o Congresso 870 sindicalistas, estiveram presentes (no momento da votação, ao final da tarde de sexta-feira) 857, dos quais 808 tinham direito a voto. A lista única, a A, de onde saiu a Comissão Executiva e o novo secretariado da central dirigido por Arménio Carlos, teve 735 votos a favor, 32 nulos e oito brancos.

Outras Notícias

Outros conteúdos GMG