José Arruda reeleito presidente da principal associação de deficientes militares

Cerimónia de posse tem lugar esta segunda-feira na sede da Associação dos Deficientes das Forças Armadas, em Lisboa.

O comendador José Arruda é reempossado segunda-feira como presidente da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), em Lisboa.

Sob o lema "Todos na mesma trincheira - ninguém fica para trás", José Arruda venceu com cerca de 90% dos 2200 associados que votaram maioritariamente de forma presencial em todo o país e nas ilhas, disse este domingo o presidente da ADFA ao DN.

José Arrida liderava a lista única candidata aos órgãos nacionais da associação. Para o Conselho Nacional, não executivo, também concorreu apenas uma lista.

A ADFA nasceu em 1974 e para representar os militares que participaram na guerra colonial (1961-1974) em África, na sua grande maioria do Serviço Militar Obrigatório e que, nas palavras de José Arruda, são "a força justa das vítimas de uma guerra injusta".

O Presidente da República, na visita feita à ADFA em 2017, qualificou os deficientes das Forças Armadas como "homens que, com sentimento patriótico e espírito de altruísmo, defenderam o seu país quando a isso foram chamados".

Disse Marcelo Rebelo de Sousa: "Vós sois os nossos heróis, num tempo de ditadura e de fim de ciclo imperial e colonial. Nesse capítulo intenso, dramaticamente intenso da nossa história. E quando olhamos para vós, continuamos a ver, para além de tudo o que foi sofrido, vida, capacidade de luta, orgulho, lealdade e amor. O Presidente da República manifesta aqui perante todos vós a rendida admiração, penhorada, de todos os portugueses"

Para os restantes órgãos nacionais da ADFA foram ainda eleitos Joaquim Mano Póvoas, como presidente da Mesa da Assembleia Geral, e Carlos Manuel Pereira no Conselho Fiscal.

José da Silva Monteiro foi o primeiro candidato da lista autónoma ao Conselho Nacional.

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