Ribeiro e Castro e secretário-geral da UGT convidados da Universidade de Verão do PSD

O programa hoje divulgado inclui também a participação do comissário europeu Carlos Moedas, que vai falar sobre ciência e Europa

O ex-líder do CDS-PP Ribeiro e Castro e o secretário-geral da UGT Carlos Silva, do PS, são dois dos oradores da Universidade de Verão do PSD, de 03 a 09 de setembro, em Castelo de Vide, Portalegre.

O programa hoje divulgado inclui também a participação do comissário europeu Carlos Moedas, que vai falar sobre ciência e Europa, na universidade que reúne jovens do PSD e será encerrada pelo líder social-democrata, Rui Rio.

Ao longo de sete dias, vão passar pela iniciativa três vice-presidentes do partido, Nuno Morais Sarmento, que falará sobre social-democracia, David Justino e Salvador Malheiro, que abordará questões energéticas, além do eurodeputado Paulo Rangel, que vai responder à pergunta "O que se passa com a Europa?".

A ex-dirigente e atual presidente da Fundação Champalimaud Leonor Beleza é oradora de um dos jantares conferência, que também tem noites destinadas para António Murta, David Justino e Carlos Silva.

Esta é a 16.ª edição da Universidade de Verão, um dos palcos das intervenções do presidente do PSD, que este fará na Festa do Pontal, no Algarve, o seu habitual discurso de "rentrée".

No ano passado, um dos principais convidados foi o ex-Presidente da República Cavaco Silva, recebido em Castelo de Vida pelo então líder do partido, Pedro Passos Coelho.

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Em Portugal, há recorrentemente espaço televisivo para políticos no activo comentarem notícias generalistas, uma especificidade no mundo desenvolvido. Trata-se de uma original mistura entre comentário político e espaço noticioso. Foquemos o caso mais saliente dos dias que correm para tentar perceber a razão dessa peculiaridade nacional. A conclusão é que ela não decorre da ignorância das audiências, da falta de especialistas sobre os temas comentados, ou da inexistência de jornalistas capazes. A principal razão é que este tipo de comentário serve acima de tudo uma forma de fazer política.